A fase de implementação da Base Nacional Comum Curricular (BNCC) é fundamental para que de fato os alunos aprendam o que determina o documento.

De acordo com o Ministério da Educação (MEC), a BNCC deve ser chegar nas salas de aula em até dois anos após sua homologação. Nesse período, devem acontecer a adaptação dos currículos locais (das redes estaduais, municipais e particulares), os professores devem passar por capacitação em serviço, os materiais didáticos e as matrizes de avaliação serão revistos.

Veja como outros países planejaram e executaram a implementação de seus currículos e padrões nacionais

“A partir de 2017, o MEC iniciará um processo de comunicação e diálogo com as redes sobre as principais etapas da implementação e preparação necessária”, afirma o ministério no portal da BNCC.

Em janeiro, durante o seminário de apresentação dos trabalhos da terceira versão da BNCC, a secretária-executiva do MEC, Maria Helena Guimarães de Castro, disse que o MEC terá o papel de apoiar as redes para a implementação. Ela citou algumas frentes de apoio:

– para o aperfeiçoamento técnico dos gestores dos currículos;

– para a disseminação de casos de sucesso e fomento de experiências inovadoras;

–  para o acesso a conhecimentos e experiências de outros países;

– fomentar estudos e pesquisas sobre currículo;

– para a formação dos professores em serviço

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Programa Impulso capacita lideranças públicas para fortalecer a educação brasileira

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