Pandemia Covid-19

Flexibilização curricular e volta às aulas: priorização de aprendizagens para avançar

Ações na pandemia

A pandemia pegou todos de surpresa: secretarias e escolas, professores e alunos. E embora as aulas presenciais tenham começado a voltar, ainda não há prazo para alcançarmos uma “normalidade”. Por isso, é preciso entender quais aprendizagens foram consolidadas durante a pandemia e quais ficaram para trás para refazer os calendários. É momento das redes e escolas priorizarem aprendizagens essenciais e flexibilizarem prazos, construindo o continuum curricular, a partir da BNCC e dos novos currículos já alinhados ao documento.

Leia também: [Análise] Mitos e verdades sobre o continuum curricular

Leia também: [Análise] BNCC, pandemia, continuum curricular e flexibilização das aprendizagens

Em 2020, o Conselho Nacional de Educação publicou o parecer 19/2020, que define a flexibilização curricular como uma “revisão do currículo proposto e seleção dos objetivos ou marcos de aprendizagem essenciais previstos para o calendário escolar”. Na prática, o processo deve ser coordenado e apoiado pelas secretarias, levando em conta o contexto em que cada escola está inserida. Os Mapas de Foco, elaborados pelo Instituto Reúna, que têm a BNCC como referência, são uma ferramenta útil no processo de priorização de conhecimentos,  habilidades e competências.

Vale ressaltar que 92% dos municípios brasileiros já alinharam seus currículos à BNCC. Eles continuam valendo e devem ser usados como referência para a definição das aprendizagens prioritárias e do replanejamento.

Os Embaixadores da BNCC compartilham como o processo de flexibilização dos currículos está caminhando em suas respectivas redes:

Leia também: [Análise] Em Igarassu, Pernambuco, a priorização curricular tem participação dos educadores

 

Leia mais: Destaques da transmissão ao vivo sobre priorização curricular 2021

 

 

Últimas

Programa Impulso capacita lideranças públicas para fortalecer a educação brasileira

Formação gratuita do Ensina Brasil foca em gestores que coordenam equipes e projetos em secretarias de educação  O Ensina Brasil abriu inscrições para a edição 2026 do Programa Impulso, uma formação intensiva e gratuita voltada a lideranças públicas que atuam na educação básica. A iniciativa tem como objetivo fortalecer a capacidade de gestores que estão na linha de frente da implementação de políticas educacionais, com foco na promoção de equidade e no aumento da presença de mulheres e pessoas negras em posições estratégicas.  As inscrições seguem abertas até 27 de abril e podem ser realizadas em grco.de/impulso-2026.  Para quem é o programa  O Impulso é destinado a profissionais que ocupam posições de gestão no setor público educacional — como Chefes de Divisão, Diretores de Departamento ou Coordenadores de Área — em redes municipais, estaduais ou federais.  Os requisitos para participação são: ter atuado por pelo menos um ano em escolas públicas (como professor(a) ou gestor(a)); estar atualmente em cargo de gestão que coordena equipes e projetos; e desejar ampliar sua atuação institucional.  A turma terá 100 participantes, com compromisso de garantir 50% de mulheres e 50% de pessoas negras entre os selecionados.  Uma jornada de seis meses  O programa acontece ao longo de seis meses, em formato híbrido, combinando encontros presenciais em São Paulo e módulos online. Ao todo, são 80 horas de formação distribuídas em dois encontros presenciais de três dias em São Paulo (junho e dezembro), seis módulos online e encontros mensais de…